sábado, 24 de janeiro de 2009

Capítulo 8 - Explicações

Vocês, que estão lendo, texto após texto, capítulo após capítulo, podem estar se perguntando quando, afinal, eu vou começar a contar a história cujo objetivo deste livro, como eu já disse, é contar.

O problema é que, quando se trata de assunto tão complicado, tende-se a expô-lo de modo... bem, não sei de que modo. Esse é, essencialmente, o problema.

Quando se conta uma história polêmica demais, ou assustadora (moralmente falando), certas dificuldades surgem. você não quer fazer com que seu leitor saia correndo e decida jamais voltar a ler o que você escreve, ou que ele arremesse o livro ao rio, e aconselhe outros a fazerem o mesmo.

Então, com este capítulo, estou tentando explicar minha demora. e também, o que eu acho que é verdade, que as divagações que estão aparecendo não passam de tentativas de meu cérebro, das quais não tenho tanta consciência, de atrasar o progresso da história.

Mas não acontecerá novamente! começarei sim, o mais rápido possível.

Nos vemos no próximo capítulo.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Capítulo 7 - Ironia

Eu sei que pode parecer uma história absurda, mas vá lá:

Um de meus sapatos(tudo bem, é um tênis, mas uma frase com a palavra "tênis" nunca é boa) tem um sério problema. cheira mal.

Conseqüentemente, eu o evito. Mas às vezes, quando vou a algum lugar aonde espero sujar bastante o tênis que usar, o uso, afinal, a aparência dele ainda é boa, é preto, e não deixa o meu pé cheirando mal, apenas ele mesmo.

Então, recentemente, saí com este tênis. Chovia. Ficou encharcado. Ao chegar em casa, ele reclamava água através de seus poros, e me olhava chateado de cima do tapete onde o havia deixado ao finalmente rumar para minha cama.

No dia seguinte, fui resgatá-lo. Agora sua expressão era nula e, surpreendentemente, o cheiro ruim havia desaparecido!

Não sei, mas posso apostar que isso é uma metáfora para alguma coisa.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Capítulo 6 - Impulsos

Leitor, quero que se lembre de algo que talvez não saiba: eu não devo nada a você.

Pode ser que o escritor que escreva pela fama, ou pelo dinheiro, deva. mas eu não. escrevendo por escrever, não faço, realmente, questão de ser lido. aqui, só quero escrever. não achem que vou deixar de obedecer a impulsos que me levem a refletir em certos capítulos por sua causa. - embora eu tenha dado explicações e até pedido desculpas em alguns momentos, saiba que faço isso a título de informação, e em alguns casos, por educação. não pense que a história vai mudar por você

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Capítulo 5 - Altivez

Algumas pessoas - e peço desculpas por atrasar ainda mais o desenvolvimento da história - têm uma certa altivez natural.

Não que isso seja um defeito, pois não é. Há uma certa classe em atitudes assim. talvez essa altivez seja a própria origem da classe dessas pessoas, tornando menos visíveis seus erros.

Vi alguém assim hoje. ela havia cometido um erro, mas de modo tão altivo e seguro de si que era até difícil enxergar ali um erro, ainda que as evidências fossem irrefutáveis. e foi quando me peguei pensando nisso que resolvi escrever este capítulo.